De(s)colonizAfricAr-te

Cuando África entra en la clase de Arte

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22420/rde.v20i46.2643

Palabras clave:

África, Arte/Educación, Educación Básica, Investigación-acción

Resumen

Este artículo se estructura en torno a cuestiones teóricas y prácticas sobre el Arte en la Educación, basada en una pregunta central: ¿qué sucede cuando África entra en las clases de Arte? El trabajo presenta una investigación/acción sociocrítica, sus iniciativas de formación en Arte/educación antirracista y sus acciones pedagógicas a través del proyecto “Colores para la Igualdad”, desarrollado en colaboración entre una institución pública de educación superior y cinco escuelas del sistema público de educación del estado de Minas Gerais. Los desafíos se centran en promover la confrontación y la superación de las desigualdades étnico-raciales en contextos educativos básicos. Aquí, se considera la enseñanza y el aprendizaje del arte desde teorías que sustentan una propuesta de Arte/educación decolonial y procesos empíricos que involucran una investigación/acción antirracista enfocada en la Afrocentricidad. Considerando los procesos teórico/prácticos realizados, es posible inferir que cuando África entra en el aula de Arte, hay avances significativos hacia el enfrentamiento y superación del racismo, de los prejuicios y la discriminación racial en las escuelas, destacando lo urgente que es hoy invocar la pluralidad de las muchas Áfricas ancestrales en el Arte/educación, reflejando la lección de Sankofa, de que mirar el pasado resignifica el presente y contribuye a la construcción del “humano ser” para futuros posibles.

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Biografía del autor/a

Eduardo Junio Santos Moura, Universidade Estadual de Montes Claros

Doutor em Educação. Professor no Departamento de Artes na Universidade Estadual de Montes Claros. Arte/educador e artista visual Lider do Desencobrimentos: Grupo de estudos e pesquisas em Arte/Educação e Pensamento decolonial.  

Isabella Santos Ramos, Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais

Mestra em Letras/Estudos Literários. Professora de Arte na Educação Básica da rede pública do Estado de Minas Gerais. Atua como artista visual, arte-educadora e na área de produção cultural em Montes Claros (MG). Membra do Desencobrimentos: Grupo de Estudos e Pesquisas em Arte/Educação e Pensamento decolonial.

André Luiz Ferreira de Oliveira, Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais

Mestre em Letras/Estudos Literários. Atuou no ensino superior no curso de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Estadual de Montes Claros. Professor de Arte da rede pública de educação do Estado de Minas Gerais. Atua como artista visual, ilustrador, quadrinista e designer. Membro do Desencobrimentos: Grupo de estudos e pesquisas em Arte/Educação e Pensamento decolonial.

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Publicado

2026-06-15

Cómo citar

Moura, E. J. S., Ramos, I. S., & Oliveira, A. L. F. de. (2026). De(s)colonizAfricAr-te: Cuando África entra en la clase de Arte. Retratos Da Escola, 20(46), 15–33. https://doi.org/10.22420/rde.v20i46.2643

Número

Sección

Afrorrefenciar a Educação: negros currículos, negras didáticas, negros cotidianos