De(s)coloniz-AfricAr-te
quando África entra na aula de Arte
DOI:
https://doi.org/10.22420/rde.v20i46.2643Parole chiave:
África, Arte-Educação, Educação Básica, Pesquisa-açãoAbstract
Este artigo trata de temas teórico-práticos da Arte na Educação com base na questão ativadora: o que acontece quando África entra na aula de Arte? Apresenta uma pesquisa-ação sociocrítica, suas ações formativas em prol de uma Arte/Educação antirracista e suas ações pedagógicas materializadas no projeto Cores pela Igualdade, desenvolvido por uma Instituição de Ensino Superior pública e cinco escolas de educação básica da rede pública estadual de Minas Gerais. Ensinos e aprendizagens em Arte foram pensados em uma proposta de Arte-Educação decolonial e da empiria de processos com práxis antirracista e foco na Afrocentricidade. Quando África entra na aula de Arte há avanços significativos rumo ao enfrentamento e à superação de racismo, preconceito e discriminação racial nas escolas, apontando o quão urgente é invocar a pluralidade das tantas Áfricas ancestrais. Esse movimento reflete a lição de Sankofa, de que o olhar para o passado ressignifica o presente e contribui na construção do humano ser em direção a futuros possíveis.
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