Relaciones de género en el aula
memorias de jóvenes y adultos
DOI:
https://doi.org/10.22420/rde.v16i36.1511Palabras clave:
Relaciones de Género, Historia Cultural, Historia Oral, Educación de Jóvenes y AdultosResumen
El artículo tiene como objetivo analizar las relaciones de género en el cotidiano de las escuelas de Paraíba a partir de las memorias de la escolarización de niños y hombres matriculados en clases de Educación de Jóvenes y Adultos. Basada en la Historia Cultural y, más específicamente, en los estudios de género, la investigación utiliza la metodología de la Historia Oral Temática, con entrevistas con diez estudiantes varones de escuelas públicas ubicadas en João Pessoa, Paraíba. Los resultados indican que, si bien las relaciones de género han sufrido profundos cambios en las últimas décadas, los recuerdos de los estudiantes sobre su proceso de escolarización entre las décadas de 1950 y 2000 revelan, al interior de las escuelas, una concepción de que existía una supuesta “naturaleza” diferente para los sexos, que determinó comportamientos diferentes para hombres y mujeres. Predominó la opinión de que los niños serían más propensos al desorden, mientras que las niñas estarían más dedicadas a los estudios, por lo que se concluye que esta percepción contribuye al mantenimiento de la demarcación de fronteras entre lo femenino y lo masculino en el cotidiano escolar.
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