Percepções docentes sobre a violência e o conservadorismo em escolas mineiras
DOI:
https://doi.org/10.22420/rde.v20i47.2895Palavras-chave:
Violência escolar, Trabalho docente, políticas educacionaisResumo
Este artigo analisa dinâmicas de violência e processos de conservadorização do debate educacional no cotidiano escolar brasileiro, a partir de experiências docentes em diferentes etapas e redes de ensino. A pesquisa, de abordagem qualitativa, foi realizada entre 2025 e 2026, por formulário on-line com 42 docentes da Educação Básica e Superior de Minas Gerais, contendo questões fechadas e abertas. Os dados foram analisados por triangulação estatística e interpretativa, com referenciais de sociologia do trabalho docente, pedagogia crítica e estudos sobre violência escolar. Os resultados evidenciam a recorrência de violências verbais, discriminatórias, institucionais e ideológicas, naturalização dos conflitos, autocensura e fragilidade do suporte institucional, num cenário de regulação simbólica do trabalho docente. Conclui-se que o enfrentamento das violências escolares exige políticas públicas integradas, fortalecimento da gestão democrática e valorização do trabalho docente
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