A BNCC e o “novo” Ensino Médio: reformas arrogantes, indolentes e malévolas

Maria Luiza Süssekind

Resumo


Desloca-se o debate sobre as reformas atuais da educação básica em revisita a tensões do campo, sob o argumento de que a ideia de um currículo escriturístico como projeto de nação é um modo de produção epistemicida. Partimos da percepção de que o modo de conhecer moderno engendra também suas ignorâncias e aponta, em diálogo com as teorias de Boaventura Santos, que a reforma é arrogante, indolente e malévola, produz injustiças, invisibilidades e inexistências. Na direção do Sul epistemológico, conclui-se que o conhecimento curricular democrático é deslocamento, conversa, e resistência ao pensamento único.


Palavras-chave


Currículos. BNCC do Ensino Médio. Epistemologias do Sul.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22420/rde.v13i25.980



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