Cuando entran en juego las plataformas digitales
reconfiguración de las violencias escolares y el papel de la escuela en su confrontación
DOI:
https://doi.org/10.22420/rde.v20i47.2924Palabras clave:
Escuela, Violencias escolares, Plataformas digitales, Educación en derechos humanos, Discurso de odioResumen
En este artículo se discute el papel de la escuela frente a los discursos de radicalización y odio en las plataformas digitales, especialmente entre niños, niñas y adolescentes, y se analiza cómo estos fenómenos atraviesan la vida cotidiana escolar, inciden en los procesos de socialización de niños, niñas y adolescentes y reconfiguran las violencias escolares. Se basa en la investigación bibliográfica y documental, movilizando producciones académicas, legislaciones educativas e informes institucionales que abordan la violencia escolar, el discurso de odio y la función de la institución escolar. Como espacio de formación humana, la escuela tiene una responsabilidad ética y pedagógica en la promoción de prácticas educativas que desarrollen el pensamiento crítico, la educación en derechos humanos y el fortalecimiento de las prácticas democráticas. Se concluye que confrontar el discurso de odio requiere acciones sistemáticas, articuladas con el currículo y la cultura escolar, y que fortalecen el compromiso de la institución con la formación ciudadana y la convivencia respetuosa en los entornos digital y presencial.
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