Educación Lingüística, Género y Africanidad:
Desaquendando a Aurélia con la sociolingüística educacional
DOI:
https://doi.org/10.22420/rde.v20i46.2697Palabras clave:
Educación Lingüística, Sociolingüística, Relaciones étnico-raciales, PajubáResumen
El presente artículo tiene como objetivo presentar una propuesta didáctica centrada en el pajubá como fenómeno sociolingüístico en la clase de Lengua Portuguesa. Para ello, esta propuesta se desarrollará desde la perspectiva de la Educación Lingüística combinada con los intereses del Letramento Racial, con el fin de proponer Aurélia como objeto de análisis lingüístico en el contexto de 3º año de la Enseñanza Media, dado que el análisis de este objeto posibilita una formación social y lingüística. Dicha formación es pedagógica por problematizar una enseñanza del portugués que busca desarrollar una educación étnico-racial con foco en las habilidades: i) análisis lingüístico centrado en vocablos de un instrumento metalingüístico; ii) comprensión de cómo género y etnia/raza se interseccionan en el uso del pajubá como fenómeno socioletal; y iii) mapeo de la variación lingüística como fenómeno identitario. Frente a lo propuesto, defendemos una sociolingüística educacional socialmente constituida, en diálogo entre disciplinas y saberes, como variación, ideología y educación. En este movimiento transdisciplinar, con fines de una pedagogía de la variación bajo la influencia negra en la formación del portugués brasileño, empleamos un método cualitativo propositivo, considerando posibilidades didáctico-pedagógicas en torno a un instrumento metalingüístico de carácter subversivo e itinerante. Por último, presentamos una propuesta que reflexiona sobre elementos fuera del patrón social y lingüístico y que marca el lugar del pretuguês y del habla de las travestis en la historia brasileña.
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