Política educacional assaltada

um balanço crítico do Plano Nacional de Educação 2014-2025

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22420/rde.v20i46.2067

Palavras-chave:

Política Educacional, Plano Nacional de Educação, Crise do Capitalismo

Resumo

O Plano Nacional de Educação – PNE é uma conquista social que acompanha o movimento histórico pelo direito à educação no país, permitindo que haja a análise dos problemas educacionais a serem superados em período decenal, através de um conjunto de ações políticas, econômicas e educacionais. Foi nessa perspectiva que realizamos este estudo, produzido a partir de uma abordagem qualitativa, explorando documentos e bibliografia interessada, que permitiram desenvolver um balanço crítico do atual PNE 2014-2025, analisando-o desde o contexto em que foi aprovado e estabelecendo relações com as mudanças econômicas/políticas ocorridas no Brasil pós-2013. Considerando o descumprimento praticamente integral das metas do plano como expressão da instabilidade política brasileira, oriunda da crise do capitalismo e da fragilidade democrática, demonstramos que o setor privado encontrou aí um terreno fértil para ampliar seus negócios, promovendo um assalto à política educacional e colocando em risco o caráter público da educação para o próximo PNE.

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Biografia do Autor

Leonardo Dorneles Gonçalves, Universidade Federal do Rio Grande

Doutor em Educação pela Universidade Federal de Pelotas. Professor Adjunto no Instituto de Educação na Universidade Federal do Rio Grande.

Rosiara Maria Francisca da Silva Chaves Chaves, Universidade Federal do Rio Grande

Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande. Professora da Rede Municipal do Rio Grande/RS.

Andréa Wahlbrink, Universidade de Caxias do Sul

Doutora em Educação. Professora Universidade de Caxias do Sul.

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Publicado

2026-06-15

Como Citar

Gonçalves, L. D., Chaves, R. M. F. da S. C., & Wahlbrink, A. (2026). Política educacional assaltada: um balanço crítico do Plano Nacional de Educação 2014-2025. Retratos Da Escola, 20(46), 219–240. https://doi.org/10.22420/rde.v20i46.2067