Nomal de nível médio: atual e prioritário, até quando?

João Antonia Cabral de Monlevade

Resumo


Com a Lei nº 9.394, de 1996 (LDB) disseminou-se a ideia de que todos os professores deveriam ser formados em cursos superiores e que os normais seriam “admitidos temporariamente”. Onze anos depois, temos mais de 200 mil alunos em cursos normais, a maioria em dez estados. De outro lado, instituíram-se milhares de cursos de pedagogia e Normal superior, que despejam na sociedade pelo menos cem mil professores a cada ano, para atuarem na educação infantil (EI) e nos anos iniciais do ensino fundamental (EF). Até quando subsistirá essa aparente dualidade de formação? Este artigo se propõe defender a posição oficial do Conselho Nacional de Educação (CNE), que considera o Normal como ponto de partida na trajetória formativa do (a) professor (a). Vai além: ousa dizer que, nas atuais condições brasileiras, ele é o meio mais apropriado de formação inicial, numa perspectiva de itinerário formativo permanente da profissão docente.

Palavras-chave: Magistério. Educação básica. Itinerário formativo. Normal. Pedagogia.


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DOI: https://doi.org/10.22420/rde.v2i2/3.131



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